A real causa da instabilidade do preço do petróleo

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Todos os meios de comunicação abordam o tema do aumento do petróleo, mas são poucos os que apontam o impacto da guerra do Iraque e a instabilidade na geopolítica do oriente médio como fatores principais do aumento do preço do petróleo.

 

Essa instabilidade não inclui apenas os conflitos no Afeganistão e a guerra do Iraque, mas também uma iminente e intermitente ameaça de uma invasão ao Irã. Toda vez que se torna provável uma invasão ao Irão, o preço do petróleo se eleva. Culpa-se a índia e a China pela crescente demanda de energia, mas essa observação não procede porque existe o lado compensatório, ou seja, se a Índia e a China aumentaram o consumo de energia este consumo se viu compensado pelo baixo crescimento e pela demanda reduzida de energia dos Estados Unidos.

 

A condição de continuidade na alta do preço do petróleo é preocupante numa época em que a demanda por petróleo cresce a cada dia enquanto a oferta diminui. Como o petróleo tradicionalmente tem sido comercializado em dólares americanos e o dólar está desvalorizado, os países exportadores de petróleo cobram cada vez mais dólares pelo preço do barril, num momento em que a demanda por dólares americanos decresce e a oferta de dólares aumenta.

 

A guerra do Iraque também influi indiretamente nos preços das mercadorias, grãos e outros alimentos porque o frete fica mais caro. Culpa-se a Índia e a China e outros países emergentes pela crescente demanda dos alimentos. Nem a China nem a Índia são responsáveis diretos pela desestabilização da economia global. Uma das causas da crescente demanda por alimentos e energia seria o crescimento econômico global, mais abrangente e mais prolongado como nunca se viu na história da economia moderna. Convêm lembrar que a escassez de alimentos básicos sempre acontece no final de grandes expansões globais. Os altos preços atuais dos produtos básicos são um alerta para que se adotem medidas eficazes para quando Ásia, America Latina, África e outros países emergentes comecem a querer uma fatia maior do bolo global.  

 

De imediato necessário se faz rever as políticas da produção de alimentos, a nível mundial, assim como o subsidio que os países ricos aportam para os produtores de etanol em detrimento da produção de alimentos sem importar-se com a escassez de outros recursos como água e terras.

 

O preço do petróleo e dos alimentos em alta tem contribuído para o aumento da inflação, isto tem levado vários países á estagflação, (uma mistura de estagnação e inflação), algo parecido com o que o mundo viveu em 1970. Faz-se necessário considerar que um constante aumento do preço do petróleo prejudicaria os interesses dos membros da OPEP porque isto provocaria recessão nos países importadores de petróleo. Convêm, aos países da OPEP, e ao mundo, que o Iraque seja desocupado, como uma primeira medida para o recuo do preço do petróleo.

 

Enquanto o Iraque não é desocupado, o petróleo começa a ser comercializado em moedas correntes diferentes do dólar, e em grande escala acordos de troca de petróleo são estabelecidos entre Venezuela e países da América do Sul; Japão, Irã e China, isto provocará uma maior corrosão dos petrodólares.

 

 

 

Se o petróleo deixa de ser comercializado em dólares significa que o dólar continuará a perder o status de moeda reserva. Os Estados Unidos terão poucos compradores dos seus papéis da dívida e tendo poucos investidores correriam o risco de entrar em colapso.

 

Esta crise pela qual os Estados Unidos estão passando tinha sido prevista desde o início da administração Bush. Os Estados Unidos procuraram alternativas para evitar a crise, mas a crise era inevitável. Para evitar o pior, ou seja, para não por em risco a falta de petróleo e a dificuldade de comprá-lo não tiveram alternativa a não ser invadir o Iraque. Nos últimos cinco anos a estatística da produção de petróleo iraquiano tem sido desvirtuada, os campos de petróleo e os terminais de exportação totalmente controlados.

 

No universo do petróleo cinco países são importantes: Arábia Saudita, Irã, Iraque, Rússia e Venezuela e na maioria deles a legitimidade dos governos é questionável. Alguns deles usam o dinheiro do petróleo para comprar suporte político. Nessas condições o cobiçado “ouro negro” ainda será protagonista de muitas crises.  

EUA: Predadores ou conciliadores do capitalismo?

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Se alguém me pedisse para escrever um artigo sobre os Estados Unidos, eu perguntaria: Quer que fale bem ou quer que fale mal? Falar bem significaria ressaltar somente os pontos positivos; falar mal não significaria colocar-me numa posição antiamericanista, sou contra esse tipo de comportamento, porque fazendo isso eu estaria longe de ser autêntico. Apenas o que é preciso fazer é mostrar o que realmente está acontecendo.

 

Existe uma descaracterização no campo educacional, especificamente na ciência e tecnologia nos Estados Unidos, enquanto outras nações se apresentam fortes neste campo. A China e a Índia juntas formam anualmente aproximadamente um milhão de engenheiros ao passo que os Estados Unidos formam anualmente apenas 7% desse contingente. Há quem veja esses sinais como decadência cultural. Há quem diga que os Estados Unidos não somente perderam o interesse nas coisas básicas e até nas ciências, mas perderam também o costume de poupar e hoje se comportam como uma sociedade pós-industrial, especializada em consumo e lazer.

 

Para termos uma idéia há mais formandos em direito, educação física e esportes do que em engenharia elétrica ou qualquer outra engenharia de ponta. Tudo isto ainda não provocou um impacto redutor no crescimento do PIB americano que nos últimos vinte anos tem se mantido acima do crescimento da Alemanha, frança e Japão. Contudo, os Estados Unidos ainda lideram o mundo em produtividade, lucros, tecnologia, inovação e pesquisa. China ainda não concorre com os Estados Unidos em pé de igualdade em nenhum desses itens. Dentre as vinte melhores universidades do mundo 18 são americanas. O investimento em educação com relação ao PIB é maior do que a Europa e o Japão. Os melhores cientistas em computação se formam nas universidades americanas. Nem a china nem a Índia têm condições de criar nas próximas décadas universidades de renome. Enquanto à tecnológica, todas as nações avançadas tiveram acesso à internet, mas o Google , o Ipod, e o Iphone foram inventados nos Estados Unidos e a parceria entre universidades e a empresa privada permanece imbatível. Não há de fato país mais próspero na história moderna da humanidade do que Estados Unidos da América.

 

No aspecto demográfico, os Estados Unidos é a única nação industrializada que não terá problemas com a força de trabalho ou redução da população nas próximas décadas, graças á imigração. Para isso realmente acontecer é necessário que exista uma política, por parte do governo, que favoreça o imigrante como também será necessário que a nação americana, como um todo, mude de comportamento e pare de perseguir os imigrantes. A população da Alemanha e o Japão terão um decréscimo de 12% na sua população até 2050. A china enfrentará problemas com a grande quantidade de pessoas idosas. A política do planejamento familiar da china, que obriga cada casal a ter apenas um filho, provocará problemas sérios na população; quatro avos, mãe e pai serão sustentados por apenas um trabalhador.

 

Os Estados Unidos produziram um quarto da produção mundial durante 12 décadas. Isso mudou, porque atualmente o mundo econômico é aberto à competição, as nações estão tirando proveito desta situação, muitas delas aderiram bem ao capitalismo. Graças ás novas tecnologias e também pelo fato do mundo ter se tornado uma aldeia global, grandes contingentes de população de várias nações competem abertamente com o emprego dos americanos. A china e a Índia possuem uma oferta de mão-de-obra extremamente barata para os padrões americanos. Neste aspecto os Estados Unidos nunca poderão competir com a china e a Índia. Jamais um profissional americano se submeterá a ganhar abaixo do padrão americano.

 

Nas últimas sete décadas os Estados Unidos enfrentaram questionamentos, especulações e preocupações quanto a sua liderança no mundo. A primeira foi quando a União Soviética lançou ao espaço o seu primeiro satélite. Os Estados Unidos sentiram-se fragilizados e na década seguinte aproveitando o clamor da guerra fria, supostamente, enviaram o homem à lua.  A segunda foi nos anos 70 quando o preço do petróleo subiu assustadoramente, a recessão ameaçou, e o crescimento era relativamente baixo, levando-os a crer que a Europa e Arábia Saudita seriam as forças do futuro. Pensava-se, nessa época, num poder multipolar. A penúltima onda de especulação e preocupação foi na década de 80 quando a maioria de especialistas pensavam que o Japão seria o líder do futuro em tecnologia e economicamente.

 

Os Estados Unidos sempre estiveram atentos para reverter estes acontecimentos e sempre saíram adiante, mas um dos primeiros erros fatais que iniciaram a desmistificação do império americano foram os escândalos Enron e Anderson. A partir daí o mundo começou a captar rapidamente quão vulnerável era a nação americana. 

Atualmente existe uma nova especulação, um novo questionamento no mundo que pressupõe que o dólar fraco é um sinal de decadência. O historiador francês Emmanuel Todd diz que a “queda do dólar não seria a causa, mas uma revelação do declínio americano”, essa posição seria um fator de preocupação, mesmo o mundo sabendo que os franceses são reconhecidamente antiamericanistas.

 

Emmanuel Todd diz ainda que os Estados Unidos tornaram-se predadores e um fator que desordena o mundo, tanto Militar como economicamente, e arremata: “O estado americano sempre foi predador, mas também sempre manteve a ordem mundial, hoje continua predador, más exerce uma ação de desestabilização do capitalismo o que é inaceitável pelas classes dirigentes européias e de outros países industrializados”.

 

Os problemas que os Estados Unidos enfrentam requerem soluções drásticas, o país está à beira da bancarrota, a taxa de poupança é zero, os empréstimos tomados do exterior beiram os 80% da poupança mundial, sem falar nos déficits que enfrentam há algum tempo. Apesar desse quadro assustador nenhum desses problemas é sinal de decadência, tudo isso é apenas o reflexo de uma política governista mal elaborada que para ser corrigida necessitaria de medidas duras e impopulares que resultem numa política inovadora que permita criar novas indústrias, novas tecnologias, novos empregos, novas estratégias, como foi no passado. É bem provável que esta seja mais uma onda de preocupação e especulação quanto à liderança americana no mundo. É bem provável que o rumo seja corrigido rapidamente. Quanto a mim, quero voltar para os Estados Unidos de 1950.

Em defesa da evolução de conceitos

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Compartilho com o professor Ian Angell, uma visão de mundo. A verdade absoluta não existe, há apenas imposições que se bem colocadas para promover o progresso social, político e econômico, serão bem sucedidas. Conceitos como direita, esquerda, em pouco tempo serão coisas do passado.

 

Muita gente se pergunta por que o governo brasileiro aceitou uma parceria, no caso da refinaria Abreu e Lima em Pernambuco, com o tirano Hugo Chávez, que à sombra do histórico ideal de Bolívar agita grupos que estão no poder no continente.

 

Rejeitar ajuda ou parcerias de governos considerados pouco democráticos não é uma amoralidade, isso é irrelevante. Rejeitar ajuda ou parceria de qualquer tipo de governo, economicamente falando, não faz o menor sentido. Talvez exista a preocupação, por parte de algumas pessoas, com a nossa imagem, tratando-se de um país como o nosso que tem alguma tradição democrática.

 

Creio que não devemos nos preocupar muito com essa questão, afinal não há moral absoluta, mas nem por isso devemos ser hipócritas. Devemos é ter consciência que muitos conceitos têm sofrido transformações; a democracia, por exemplo, tornou-se um argumento moral usado em nome de qualquer forma de intimidação das minorias, temos como resultado a incapacidade de governos democráticos em lidar com os atuais problemas.

 

Daí surge a seguinte questão: Como iremos sobreviver às ciladas impostas pela sociedade moderna? Estamos todos ansiosos e ao mesmo tempo amedrontados pelas exigências do mundo atual. Vemos que as novas tecnologias têm produzido novos perdedores e novos ganhadores, inclusive regiões atrasadas, excluídas, onde facilmente prosperará o fundamentalismo e a violência.

 

O conceito de igualdade de classes também sofreu transformação. Falar em igualdade de classes é uma tolice e uma perda de tempo, o que pressentimos é que o estado de sucesso, no futuro, será aquele que souber lidar com a desigualdade social, dando conta das transformações sociais e econômicas, sem a manutenção da política do bem social, que inevitavelmente levará qualquer governo ao fracasso. Devemos também considerar que as palavras não correspondem mais às coisas, tem significados diferentes, para épocas diferentes. O trabalho, por exemplo, não tem mais o mesmo significado que há três décadas. O caráter da crise financeira internacional pela qual passamos é diferente das outras crises já experimentadas, está última crise trouxe inovações que surpreenderam os idealizadores do complexo sistema financeiro internacional, o que estou dizendo é que está tudo em constante e rápida evolução.

 

Portanto, todas as regras foram alteradas: países de terceiro mundo poderão converter-se em países de primeiro mundo em questão de décadas, e como todo o que sobe desce, países do primeiro mundo podem tornar-se dependentes economicamente de outras nações.

 

Entre outros conceitos, o conceito de governo também está em evolução. Vai ser sempre necessário que tenhamos um governo, mas com as novas atribuições impostas pela modernidade: Força policial, forças armadas e saúde pública; sem imposição de ideologias, e sem interferir em qualquer coisa.

 

Os primeiros sinais da mudança do poder começaram a aparecer com Lech Wallesa na Polônia, Lula da Silva no Brasil, Evo Morales na Bolívia, entre outros. Outros trabalhadores talentosos chegarão ao poder nos próximos anos, serão também atuantes, inovadores e promotores da mudança do conceito de governo.  

 

A evolução do conceito de governo deverá trazer mudanças na legislação eleitoral tais como: O voto não deverá ser obrigatório; negará aos funcionários públicos o direito ao voto, porque não é correto que exista uma representação automática dos funcionários públicos.

 

Contudo, a inquietude que devemos ter é a da ausência de moral.  Fica neste artigo, proposto, aos interessados, outra maneira de pensar o mundo.

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O Tsunami Latino

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  Os candidatos à presidência dos Estados Unidos em nenhum momento da campanha têm falado na América latina, exceto quando o tema imigração vem à tona, mas nesse caso o assunto é tratado como problema doméstico e não como assunto de relações internacionais no qual poderia ser ventilado o desenvolvimento econômico de América latina, entre outras coisas.  Esse descaso, além de mostrar falhas na estratégia da campanha política mostra a falta de interesse dos americanos por América latina o que alias é uma questão cultural. Peter Hakin, diretor do centro de estudos Dialogo Interamericano revela que América latina nunca foi alvo de atenção por parte dos Estados Unidos. O fato é que América latina nunca foi ameaça para os Estados Unidos e o caricato Hugo Chávez não passa de alguém incômodo. Uma pesquisa feita pelo Zogby Internacional revelou que a região mais importante para os americanos é o oriente médio, ficando América latina um pouco acima de África. Os republicanos não têm vez com os latinos. Os democratas podem levar a fatia dos hispânicos, mas essa pode ser uma armadilha para Barack Obama porque os latinos não votam a favor de um candidato Afro-americano por preconceito racial. Uma pesquisa de New American Media revelou que quase 50% dos hispânicos têm medo dos afro-americanos. Os hispânicos são o bloco étnico maior dos Estados Unidos é o que revelou o pesquisador John Zogby, mais precisamente os hispânicos constituem 11% dos eleitores nas eleições para presidente nos Estados Unidos. A nação americana esta prestes a ver um tsunami de votantes latinos que irão às urnas em massa, como uma reação ao crescente sentimento anti-imigratório nos Estados Unidos, desencadeado pelos apresentadores da CNN e Fox News. Obama pode reverter esse quadro aliando-se a personalidades latinas e adotando um comportamento contra os apresentadores da CNN e Fox News que abertamente lançaram uma cruzada anti-imigrante, criando uma atmosfera hostil para a comunidade hispânica, sentimento este que pode vir a crescer e ter como paralelo a propaganda anti-semita e culminar com um novo Auschwitz. Há quem diga que a aversão dos hispânicos a os afro-americanos é apenas teoria, tanto é que as primárias da Flórida refutaram essa teoria. Para Hillary Clinton o lado mulher pesou muito para os latino-americanos, que dão muito valor ao lado materno, ao lutar para manter unida a sua família durante os escândalos sexuais de Clinton em 1990. Época em que Clinton ainda tocava o saxofone, como todo negro que se preza. 

Barack Obama e eu

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  Nas últimas semanas tenho recebido vários e-mails de Barack Obama, de David Plouffe o gerente da campanha, e de Michelle Obama. È que mesmo morando no Brasil, como cidadão do mundo que sou me engajei na campanha política de Obama, cuja plataforma de alguma forma me agrada. Prova de que o seu contingente vai além da fronteira americana. Num dos e-mails Obama disponibilizou uma linha telefônica para eu poder ligar para amigos e parentes, incitando-os a votar. Liguei para alguns amigos em Nova York e Los Angeles e para meus parentes em Boston e Miami. Com alguns parentes de Miami não tive boa acolhida; o meu cunhado não apóia Obama porque é negro. O meu cunhado nunca se preocupou em examinar sua árvore genealógica.  Que o meu cunhado não apóie Obama não é estranho, estranho é que os negros na sua maioria não o apóiam, são racistas e a sua atitude serve para pôr em evidência o preconceito racial do negro americano. Num outro e-mail David Plouffe me pede para eu fazer uma doação de $ 50 dólares, o que eu fiz com muito prazer. Se algum candidato à presidência do Brasil me pedisse uma doação eu não daria nem um tostão furado, para isso tem os dutos, os Valério-dutos ou sei lá que nome tenha a fonte inesgotável de dinheiro tupiniquim.  Os olhos do mundo estão postos em Barack Hussein Obama. Seus opositores o acusam de inexperiente, mas Bush não estava preparado para o mais alto cargo do país, com poucas qualificações carregando apenas o nome do famoso pai e os ensinamentos de James Burnham, o ideólogo que abriu caminho para a doutrina da hegemonia americana. Obama, jovem e dinâmico não traz na sua bagagem nenhum rótulo de salvador da pátria nem defensor dos negros e nem das minorias. Obama traz na sua bagagem uma interessante biografia e esperança de mudança para a sociedade americana. São muitos os desafios que Obama terá de enfrentar, caso seja eleito. Entre eles, tentar combater a ideologia dos neoconservadores que impregnaram a sociedade americana de paranóia terrorista. Mas o maior desafio está no campo econômico, com déficits gêmeos, desvalorização do dólar e ameaça de recessão. Considerando a tradição intervencionista dos Estados Unidos em virtude da grandeza econômica, política e militar, Obama estará longe de ser um pacifista, mas na pior das hipóteses será um liberal linha-dura, mas com grandes esperanças de mudanças. Hillary, Edwards, Giuliani, McCain, Romney e Huckabee são os mais cotados para tornar Barack Obama presidente. Se as minhas previsões estiverem certas o sol voltará a brilhar na América, caso contrário pode chover paca.      

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