A economia dos Estados Unidos, exemplo palpável do exercício do capitalismo, não é mais a mesma. O que vemos é a degradação do capitalismo, acentuando-se cada vez mais através das leis criadas para garantir que a elite do poder ganhe cada vez mais.
De outra forma: o congresso dos Estados Unidos aprova cada vez mais leis a favor das grandes corporações facilitando dessa forma o enriquecimento dos ricos. Algo me diz que estão destruindo a livre concorrência.
As corporações americanas estão exportando os postos de trabalho dos americanos para outras partes do mundo nas quais os trabalhadores estão dispostos a trabalhar por salários menores.
No entanto, os americanos correm aos supermercados e enchem os seus carrinhos de objetos inócuos feitos de plástico, fabricados do outro lado do mundo. As pequenas empresas americanas perdem a capacidade legitima de poder concorrer, e os postos de trabalho estão desaparecendo. 10 milhões de postos de trabalho têm desaparecido desde 2007.
A quantidade de americanos pobres aumenta geometricamente enquanto a quantidade de milionários cresce exponencialmente.
Os programas sociais do governo americano para amenizar a pobreza estão ganhando cada vez mais espaço. Dez milhões de americanos recebem atualmente o seguro desemprego.
A globalização seguida do livre comércio tem colocado os trabalhadores da classe media americana em concorrência direta com a mão de obra mais barata do mundo. O trabalhador da classe media americano tem que concorrer com o trabalhador que ganha 0,86 centavos de dólar por hora.
Enquanto o capitalismo selvagem é absorvido pelo comunismo da China, a classe media americana está sendo destruída.